Commodities podem responder por aumento de até 12,8% das exportações

Comportamento em especial do petróleo e do minério responderá pelo aumento

16-08-2017

commodities-exportacoesFoto: Shutterstock

Commodities, tem, originalmente, o significado de mercadoria. São produtos agrícolas e minerais, que funcionam como matéria-prima, são produzidos em escala, comercializados no mercado internacional e que podem, ainda, ser estocados sem perda de qualidade. Entre os principais estão petróleo, suco de laranja congelado, café e soja.

Em 2017, o comportamento dessas commodities, em especial do petróleo e do minério, responderá pelo aumento de 12,8% das exportações, de acordo com a revisão da balança comercial, realizada pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Os dois produtos têm grande destaque nas exportações, tendo em vista o aumento significativo registrado tanto em quantidade como em preço médio para o petróleo; e em termos de preço para minérios. Devido ao aumento da quantidade embarcada, a soja também terá participação no crescimento das exportações.

José Augusto de Castro, presidente da AEB, comenta que o aumento das exportações fará com que o Brasil ganhe uma posição no ranking mundial de países exportadores, subindo da 25ª para a 24ª classificação. “Há três anos, o Brasil ocupava o 21º posto no ranking. Hoje, está recuperando um degrau perdido no passado”.

Outra projeção realizada pela AEB, mostra que o país está fora das cadeias globais de valor, concentradas nos Estados Unidos e na União Europeia, porque as exportações brasileiras de manufaturados são todas direcionadas para a América do Sul. “As exportações de manufaturados do Brasil de 2015, 2016 e parte deste ano serão menores do que foram em 2006. Ou seja, estamos dez anos parados no tempo”.

Segundo o presidente, a projeção de aumento de 6,8% para os produtos manufaturados brasileiros este ano se deve, quase exclusivamente, à Argentina. “O fato de o Brasil não integrar as cadeias globais de valor está fazendo com que nós vivamos um isolamento comercial atualmente”.

A AEB também prevê, que, ainda este ano, as exportações alcançarão US$ 209,017 bilhões; enquanto as importações somarão US$ 145,795 bilhões, com expansão de 6%. O superávit comercial atingirá o recorde de US$ 63,222 bilhões, com alta de 32,6%, colocando o Brasil entre os top 5 mundial de superávits, juntamente à China, Alemanha, Coreia do Sul e Rússia.

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