Café com Soluções discute projeções para 2017

Encontro, realizado em São Paulo, apresentou resultados de 2016 e as perspectivas para o próximo ano

19-12-2016

cafe-com-solucoesFoto: Shutterstock

Clientes Santander da capital São Paulo participaram, no último dia 7 de dezembro, do Café com Soluções de tema Investimentos. O encontro teve como mote as projeções econômicas e políticas para 2017.

Segundo Valéria Marchet, Gerente Comercial de Investimentos Núcleos E3, a proposta do evento era atualizar os participantes sobre o cenário atual, o que eles podem esperar na transição de ano e como lidar com a oferta de investimentos nesse momento. “O encontro gerou bastante interação entre os presentes, mas foi marcado pela ansiedade dos clientes em relação a 2017, especialmente no tema inflação”, conta.

O economista do Banco Santander Rodolfo Margato foi convidado para apresentar e explicar o fechamento de 2016 e as perspectivas para o próximo ano. “Os participantes precisam de atualizações recorrentes para fazer as decisões corretas de investimentos, por isso, procurei mostrar o que as pessoas mais têm interesse: cenário econômico e as projeções a pequeno e médio prazo”.

Margato afirmou que a principal mensagem passada em sua palestra foi que, apesar do aumento das incertezas políticas e econômicas, sinais de estabelecimento na economia devem ficar mais nítidos ao longo de 2017. “Estamos em um mundo incerto, mas o próximo ano, quando comparado aos dois anteriores, será mais favorável para a maioria dos setores, que já ensaiam um momento de estabilidade”, explica.

O Brasil realmente está passando por transições, mas, pensando na macroeconomia, as projeções são mais estáveis para a virada. De acordo com avaliação do economista, vivemos um cenário de queda de inflação há alguns meses e a situação continuará no início do próximo ano, abrindo espaço também para a queda de juros.

Os principais anseios entre os clientes presentes foram acerca da eleição de Donald Trump e a turbulência que marca a política do país. Margato conta que as consequências da eleição nos Estados Unidos no Brasil são limitadas, a princípio, pois o país não é um dos principais parceiros da potência mundial. Mas relembra que, caso Trump assuma uma política protecionista, as exportações brasileiras podem sofrer um maior impacto.

Já em relação ao cenário político brasileiro, a insatisfação popular, a luta entre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário e um nervosismo maior do mercado fazem com que 2017 comece, ainda, com muitas incertezas políticas e econômicas. “Precisaremos monitorar com bastante atenção, pois essas interferências podem postergar a recuperação do pais nos próximos meses, impedindo sua estabilidade no futuro”, diz. Para Margato, a economia brasileira já estaria ocupando uma posição melhor, caso os problemas políticos não continuassem afligindo o Brasil.

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