Palestra em Divinópolis discute a importância da internacionalização para as PMEs brasileiras

Economista do Banco Santander mostrou como a presença em mercados externos impulsiona a economia do país

20-12-2016

comercio-exteriorFoto: Shutterstock

Pequenas e médias empresas de Divinópolis, Minas Gerais, tiveram oportunidade de assistir à palestra que discutiu a importância da internacionalização para as PMEs brasileiras, ministrada pelo economista do Santander, Rodolfo Margato. O encontro aconteceu no dia 14 de dezembro e teve como objetivo apresentar todo o apoio oferecido pelo Banco às organizações que desejam ampliar suas atuações no exterior.

Rodolfo iniciou sua palestra reforçando a necessidade de internacionalização para uma empresa, independentemente do porte, especialmente em tempos de crise econômica. O economista procurou apresentar, de forma prática, como a economia do Brasil ainda é fechada para o mercado internacional, especialmente quando comparada com as de outros países em desenvolvimento. “Apesar do Brasil estar entre as dez maiores economias do globo e ter um mercado consumidor amplo, quando somamos o fluxo de exportação e importação, o peso é bem baixo em relação ao nosso PIB, o que, nos outros países emergentes, é bem mais significativo”, explica.

Segundo Margato, se não fosse o setor externo, a recessão do Brasil em 2015 e 2016 teria sido muito pior. “Especialmente em momentos mais delicados, é importante você ter penetração em mercados estrangeiros, pois isso evita ou suaviza os momentos mais críticos durante a atividade econômica”. A palestra mostrou que os locais que valorizaram a importância da internacionalização de empresas também tiveram casos econômicos bem-sucedidos, como países na Ásia e na América Latina.

A partir desse caso, o encontro lançou o desafio das empresas presentes buscarem a internacionalização. “Apresentei o cenário econômico atual e índices que indicam melhoria, além das oportunidades existentes no que diz respeito a novos mercados estrangeiros, remetendo ao posicionamento estratégico”, diz Rodolfo. Ele também falou sobre a parceria do Santander no apoio às empresas e a plataforma Santander Trade, que oferece uma vasta gama de serviços interativos que ajudam um negócio a crescer internacionalmente, com informações comerciais sobre 186 países, facilitação do contato direto com esses locais e explicação e auxílio com todos os fluxos técnicos, jurídicos e tributários.

O processo de internacionalização deve começar por meio de uma busca detalhada. Vontades da sua empresa, desafios que quer enfrentar, objetivos que quer alcançar, qual o diferencial competitivo, quais os produtos mais consumidos, em que países há oportunidade para venda, custos e burocracia. Uma organização não precisa, necessariamente, estabelecer-se em um país, mas pode, também, trabalhar com a exportação de seus produtos e outras transações comerciais.

De acordo com o economista, a presença do Brasil em mercados externos é conduzida pelas grandes companhias, mas há muito espaço para o avanço das pequenas e médias empresas nesse cenário. “As PMEs representam uma parcela muito significativa do PIB, respondendo por 60% dos empregos. É fundamental darmos todo o apoio para internacionalização dessas organizações, nossa economia só tem a ganhar”, conclui.

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